Se a eternidade nos falhar,
teremos esta vida e o passado,
um passado de armas e sangue,
de conflitos e estrondos
e um presente que é agora apenas,
sendo passado em meros instantes,
pela velocidade do tempo.
A eternidade cai,
falha, nas garras da humanidade,
morrendo a mentalidade,
condenados os grandes ficam à lembrança,
ao seu trabalho e à sua herança.
Se a eternidade falhar continuamente,
haverá espírito algum que suceda?
O pensamento do ser humano
em moralidade e mente coletiva
é mutável e breve,
como um fôlego de vapor numa manhã fria...
Somos efémeros, nós humanos.
Somos instantes, nós espíritos.
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