Uma árvore podre
e subjugada pela ocasião
a uma agonia em maldição do destino,
caminha.
Vai andando,
de ramos jovens e selvagens,
a árvore em direção ao abismo,
como um batalhão de gente,
com um sorriso na cara.
Sabendo de todo o seu medo,
a árvore ri-se a inevitável derrota,
a morte da sua humanidade...
Caminha a pútrida árvore,
de fracos ramos e impuras raízes,
com nada mais que alegria...
Vai morrendo a árvore,
mas
com as almas de quem não sabe da morte.
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