Ofereça-se uma forca a Deus,
Pois a esperança dele no moderno morreu...
Pendura-se o Criador pela corda,
Deus está morto!
Deus partiu para a vida eterna!
Aleluia...
Choram os religiosos,
Os humanos,
Aqueles que se entristecem pela morte do líder...
As lágrimas dos crentes,
Que inundam as páginas do livro,
Distorcem toda a História das preces...
Apagou-se a vinda do divino!
Acabou tudo o que é sagrado,
Notando-se que chovem anjos do Céu,
E que demónios regressam mortos à superfície.
Outros alegram-se,
Livres da escravidão,
Escravidão das escrituras do tirano,
Que se ocupava de tudo
Para razão de vida,
Sendo a essência do Homem
Nada mais que servidão...
Estão livres os escravos da teologia!
Deus e o bem morrem,
Em praça pública,
Dois enforcados num só...
Porque o bom senso dos antigos
Já merecia abandonar a humanidade.
Aleluia para a estupidez!
Aleluia para a futilidade!
Aleluia para o absurdo!