Estou com um riso,
Tenho um sorriso na cara,
Retrato uma absurda alegria na face…
E como é bom rir,
Rir quando a vida não nos sorri a nós.
Rir de tudo e de nada!
Rir de mim mesmo, mas rir a sério,
Um riso alto,
Mais alto que os deuses, que qualquer Deus!
É esta vida,
Este riso estúpido e cansado,
Esta gargalhada despropositada,
Da descrença da esperança,
Quando falha a energia,
Quando morre a esperança…
Alegria…
Já não há silêncio!
Há a loucura de tristeza!
Há a absurdez da gargalhada desistente,
Desistente e libertadora!
Não há sentido senão rir de tudo o que nos faz parvos,
Porque tudo isso é, em si, parvo!
É toda uma existência na parvoíce,
Esta Humanidade parva de que somos parte…
Há, portanto, que rir!
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