A meu ver,
que dancem os lunáticos,
nus nas ruas,
gritando a morte dos seus líderes!
que dancem os lunáticos,
nus nas ruas,
gritando a morte dos seus líderes!
Porém,
que apenas o façam
caso
forem verdadeiramente lunáticos,
sendo
que apenas são lunáticos aqueles verdadeiros humanos.
que apenas o façam
caso
forem verdadeiramente lunáticos,
sendo
que apenas são lunáticos aqueles verdadeiros humanos.
Que se acordem os doidos das sepulturas,
para correr as avenidas com excentricidade!
Que se cantem eulogias aos antigos mortos,
para que nos façam a nós mesmos modernos!
Que sejam, então, os lunáticos a fazê-lo,
para que estes possam trazer mudança e revolução!
para correr as avenidas com excentricidade!
Que se cantem eulogias aos antigos mortos,
para que nos façam a nós mesmos modernos!
Que sejam, então, os lunáticos a fazê-lo,
para que estes possam trazer mudança e revolução!
No meu olhar,
pouco é melhor que ressurreição
desta antiga tradição,
apenas para que a matem os lunáticos que dançam,
trazendo depois melhor!
pouco é melhor que ressurreição
desta antiga tradição,
apenas para que a matem os lunáticos que dançam,
trazendo depois melhor!
O mundo pertence aos excêntricos,
dos que dançam o desprezo à vida aos que o matam essa mesma dança!
O mundo pertence aos lunáticos,
dos que reclamam a morte aos líderes aos que combatem o inferior apenas por ser inferior!
O mundo pertence aos malucos,
dos que se riem do absurdo aos que nada fazem que não causar o absurdo!
dos que dançam o desprezo à vida aos que o matam essa mesma dança!
O mundo pertence aos lunáticos,
dos que reclamam a morte aos líderes aos que combatem o inferior apenas por ser inferior!
O mundo pertence aos malucos,
dos que se riem do absurdo aos que nada fazem que não causar o absurdo!
Se à futilidade pertence a existência,
porque não pertence já a existência àqueles que melhor usam a futilidade?
Que assim seja!
Que assim se faça!
Ceda-se o mundo aos lunáticos,
aos excêntricos,
aos malucos!
Deixe-se que governem tudo, para que possam ser as civilizações puramente verdadeiras…
Sim! Puramente humanas, serão agora as pessoas,
lideradas por quem se apercebe da realidade de ser.
porque não pertence já a existência àqueles que melhor usam a futilidade?
Que assim seja!
Que assim se faça!
Ceda-se o mundo aos lunáticos,
aos excêntricos,
aos malucos!
Deixe-se que governem tudo, para que possam ser as civilizações puramente verdadeiras…
Sim! Puramente humanas, serão agora as pessoas,
lideradas por quem se apercebe da realidade de ser.
Ah, que se dance nas ruas ao sabor desta gente!
Lancem-se desfiles e paradas pelas cidades!
Celebre-se a futilidade e celebrem-se aqueles que a conhecem,
com fogos, motins, paradas e explosões!
Faça-se um ruído extremo,
faça-se um barulho de revolução!
Ah, que se acorde Deus desde as ruas cosmopolitas,
para que Ele se lembre que é inútil!
Para que Ele morra de vez!
Lancem-se desfiles e paradas pelas cidades!
Celebre-se a futilidade e celebrem-se aqueles que a conhecem,
com fogos, motins, paradas e explosões!
Faça-se um ruído extremo,
faça-se um barulho de revolução!
Ah, que se acorde Deus desde as ruas cosmopolitas,
para que Ele se lembre que é inútil!
Para que Ele morra de vez!
Morra Deus!
Perante a berraria humana,
governada pelos lunáticos,
que morra qualquer conceito de divindade!
Que morra qualquer ideia do sagrado,
que pereça a necessidade de acreditar em falsos paraísos!
Perante a berraria humana,
governada pelos lunáticos,
que morra qualquer conceito de divindade!
Que morra qualquer ideia do sagrado,
que pereça a necessidade de acreditar em falsos paraísos!
A era dos que não se escondem por trás de promessas de
símbolos…
É isto que está certo acontecer,
para que seja revelada a verdadeira Humanidade!
A Humanidade que não se contenta com o medo da ação devido ao julgamento,
seja este divino ou puramente social…
A Humanidade que não se conforta com propósito ou razão,
e que, portanto, não se inibe nem se esconde de nada!
É isto que está certo acontecer,
para que seja revelada a verdadeira Humanidade!
A Humanidade que não se contenta com o medo da ação devido ao julgamento,
seja este divino ou puramente social…
A Humanidade que não se conforta com propósito ou razão,
e que, portanto, não se inibe nem se esconde de nada!
Esta será a real Humanidade!
Esta será uma verdadeira existência!
Que venha, então, uma Idade negra,
perante um novo regime de dançarinos e palhaços,
Esta será uma verdadeira existência!
Que venha, então, uma Idade negra,
perante um novo regime de dançarinos e palhaços,
que confrontam a escuridão!
Venha uma Era sem propósito,
em que apenas têm razão os que sabem que não há razão!
em que apenas têm razão os que sabem que não há razão!
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