puxando-me
por tudo aquilo que já foi perdido…
Mostrando-me
quem pensava eu ter morrido.
Apenas pelas suas palavras vou vendo
quem acabaram estes humanos sendo…
por tudo aquilo que já foi perdido…
Mostrando-me
quem pensava eu ter morrido.
Apenas pelas suas palavras vou vendo
quem acabaram estes humanos sendo…
Vou sendo guiado por um poeta,
neste inferno
depois das praias do meu ser…
Ah, como é fanático, o profeta,
filósofo eterno!
Veio inspirar-me a escrever!
neste inferno
depois das praias do meu ser…
Ah, como é fanático, o profeta,
filósofo eterno!
Veio inspirar-me a escrever!
No calor de todo o meu tédio, vou descendo até aos confins
do significado, acompanhado por quem tem, melhor que eu, qualquer dom de
palavras e iluminado pela Estrela da Manhã, sem a qual nada vejo…
Que encontro na profundidade que não sejam artifícios de
espetáculo, rodeando a miséria numa boémia meio vazia, que tão bem reverenciada
por quem me guia que este, que sofre tédio também, encontra nela cura?
Questiono-me, mas vejo apenas isso, mesmo tendo uma já morta
esperança de que mais se consiga encontrar: uma linha de importância entre
tanta irritação e fútil festa, que dê significado a esta feitiçaria tão bela e
moribunda!
Sem comentários:
Enviar um comentário